Ar-condicionado sem PMOC pode ajudar a propagar coronavírus

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Difusor de ar condicionado sujo

“Todas as aplicações de manutenção e substituição dos filtros de ar dos sistemas de climatização devem ser feitas de forma rigorosa”, alerta Abrava | Foto: Shutterstock

Embora as investigações sobre as formas de transmissão da Covid-19 ainda estejam em andamento, sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado (HVAC, na sigla em inglês) sem um plano de manutenção, operação e controle (PMOC) adequado podem contribuir para a propagação da doença respiratória causada pelo novo agente do coronavírus (SARS-CoV-2) em ambientes fechados.

O alerta é da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava), entidade que reúne fabricantes e prestadores de serviços que atuam no setor.

“Nas instalações de ar condicionado mais comuns existem filtros de ar, cuja função é reter partículas sólidas e líquidas, e filtros de mediana eficiência que retêm essas partículas. Os vírus, quando existentes no ar, são transportados por essas partículas. Nesse sentido, impedindo a passagem dessas partículas, impede-se a chegada dos vírus e bactérias aos ambientes internos”, explica a diretoria técnica da Abrava.

“Para aplicações especiais, existem filtros de alta eficiência, os chamados filtros hepa (high efficiency particulate air filter), que retêm particulados de dimensões de 0,3 micra com eficiência de até 99,97%. Por isso, a utilização de baterias de filtração, tanto nos sistemas de recirculação como nos sistemas de renovação, ajuda em muito na manutenção da concentração de particulados em níveis mais baixos, colaborando, assim, com a diminuição da contaminação”, afirma.

Essa é uma seleção de conteúdo da Reed Exhibitions Alcantara Machado sobre o mercado. Para continuar lendo, visite o site Blog do Frio com a matéria completa.

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