IoT e a qualidade dos ambientes internos
Imagem: Abrava

Neste artigo, retirado do site da Abrava, apresentamos algumas considerações sobre a aplicação da internet das coisas (IoT). Isso, no contexto da qualidade do ar interior, com foco para o controle da propagação de agentes virais como o SARS-CoV-2. Inicialmente alguns conceitos básicos específicos são revisados e, em seguida, discutimos aspectos relativos ao monitoramento e processamento de informações em tal aplicação, visando minimizar o risco da contaminação pela Covid-19.

A IoT e sua aplicação em AVAC

No Sec. XVIII, Warren Johnson depositou a patente de um termostato que trouxe um avanço significativo no controle da temperatura. A ação ocorreu em ambientes e processos térmico diversos. Pouco mais de um século depois, os termostatos continuam cumprindo a mesma função. No entanto, evoluíram para incorporar a capacidade de se comunicar, não apenas com um atuador local, mas também com outros dispositivos.

Este formato rendeu uma rede de coisas, incluindo pessoas. Além dessa capacidade de comunicação, os termostatos modernos podem também se autoajustar, otimizando sua função de controle.

A primeira menção à internet das coisas é atribuída à Kevin Ashton. Em 1999, ele desenvolvia um projeto para uma grande empresa em que usou tal termo ao sugerir o uso de etiquetas RFID.

Elas foram aplicadas aos produtos da empresa e no mesmo ano, em um artigo para o RFID Journal, Ashton vislumbrou uma condição futura. Este, quando o avanço da ciência de computação e dos computadores permitiria que se adquirisse a capacidade de sentir o ambiente a sua volta.

Com base nisso, seria mais fácil tomar decisões (Lopez, 2013; Lueth, 2014; Rayome, 2018). Embora em desenvolvimento há mais de duas décadas, com evolução constante, a IoT teve maior impulso recente.

Isso tudo em função de fatores tais como (Nirjon, 2018): a proliferação e diversificação de sensores compactos e custo cada vez menor; conectividade wireless de baixo consumo; disponibilidade de dispositivos móveis evoluídos a custos acessíveis, e a expansão da oferta dos serviços em nuvem.

Quer saber mais sobre as qualidades de ambientes internos e as considerações da Abrava sobre IoT? Acesse o conteúdo original clicando aqui.

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