Fluidos viáveis para os sistemas de refrigeração

Por Engenharia e Arquitetura

Fluidos viáveis para os sistemas de refrigeração
Foto reprodução

Os clorofluorcarbonos (CFC) foram revolucionários para a refrigeração na primeira metade do século XX. Praticidade na aplicação, baixa toxicidade e inflamabilidade, e menor consumo de energia facilitaram e popularizaram equipamentos de refrigeração. Entretanto, já no início da década de 1980 verificou-se que os CFC eram os principais responsáveis pela degeneração da camada de ozônio. Em 1987, através do Protocolo de Montreal, o mundo começou a dar os primeiros passos para a redução e banimento do uso dessas substâncias.

Os hidroclorofluorcarbonos (HCFC) se apresentaram enquanto alternativas transitórias. As pesquisas convergiram para os hidrofluorocarbonetos (HFC). Cedo percebeu-se que tampouco estes representavam uma saída para a preservação do meio ambiente. Apesar de inócuos em relação à camada de ozônio, são responsáveis por alto grau de emissão de gases de efeito estufa. Em 1997, dez anos depois de o mundo comemorar o triunfo de Montreal, assinava-se o Protocolo de Quioto, estabelecendo um plano de substituição e prescrição dos HFC.

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Em resposta às novas necessidades, abriu-se um amplo espectro de alternativas. Fluidos que estiveram no nascimento dos sistemas de refrigeração, como os hidrocarbonetos, propano e butano, R744 (CO2) e amônia, depois banidos pelos CFC, voltaram a ganhar protagonismo. Ao mesmo tempo, os fluidos à base de hidrofluorolefinas (HFO) ganharam espaço. A discussão já não se resume aos impactos diretos, mas também indiretos sobre o meio ambiente.

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